R&J O nosso pequeno álbum Confirmar presença

Nós, os lugares, as memórias

As nossas
histórias.

A nossa história e a ligação aos lugares
que escolhemos para celebrar.

Começar pelo início
O nosso álbumA nossa fotografia, em breve.

Rafaela & José

A nossa história.

Antes do nós.

Duas pessoas, dois percursos. Um pouco de cada um, antes da história que partilhamos.

Rafaela sorridente à mesa.
Passagem automática a cada 3 segundos. Usa as teclas de seta ou desliza para percorrer.

Rafaela

A minha história

Nascida e criada em Britamontes, Viseu. Rodeada por uma família que dividia o tempo entre tratar da terra e dos terrenos e almoçaradas de domingo em casa ou passeios com piqueniques improvisados algures.

Fiz uma breve estadia pela Covilhã, que tem tanta neve como Viseu. Digamos que estar na colina da Serra da Estrela cria uma publicidade enganosa.

De momento, estou com estadia prolongada na capital, mas com bastantes visitas à cidade que me viu crescer para comer pão que ainda é deixado diariamente à porta de casa pelo padeiro, e Viriatos.

José a sorrir, junto a um edifício de pedra.
Passagem automática a cada 3 segundos. Usa as teclas de seta ou desliza para percorrer.

José

A minha história

Nasci em Lamego. Venho de uma família de agricultores, por isso a ligação à terra e ao campo sempre teve um lugar importante na minha vida.

Aos 17 anos, mudei-me para Lisboa, onde tenho vivido desde então. Hoje, vou repartindo a vida entre Lamego e Alverca.

As caminhadas e o futebol fazem parte dos meus tempos livres. Sou adepto do Sporting CP e também fã de Fórmula 1. Em junho, estaremos em Portimão.

Também gosto muito de tecnologia e de aprender coisas novas. Neste momento, estou especialmente entusiasmado com a criação deste site de raiz, uma forma de juntar esse gosto a um dia tão importante para nós.

E depois,
nós.

Tudo começou em 2021, ainda com a pandemia por todo o lado, e um pedido de namoro no cimo de uma ponte, uma escolha curiosa tendo em conta que um de nós tem vertigens.

Depois de muitas viagens entre Lamego e Viseu para estarmos juntos, nem que fosse apenas por uns minutos, decidimos «juntar os trapinhos» e mudar-nos para Alverca, em 2023. Começámos com um colchão no chão, um puff na sala acompanhado de mantas, um monitor a fazer de televisão e uma gata que veio depois de muita persuasão.

Aos poucos, a casa foi-se transformando num lar e a gata foi conquistando um lugar especial num coração que, até então, dizia não gostar de gatos.

Gostamos de sair sem planos e foi assim que fizemos a nossa primeira grande viagem a dois: nós, um carro e a estrada, sabendo apenas onde começava e onde terminava a viagem. Esta tornou-se uma private joke que agora partilhamos com as pessoas mais importantes das nossas vidas: as nossas férias são como a nossa vida a dois. Sabemos que, no início e no fim, estaremos juntos, mas pelo meio vamos descobrindo coisas novas, explorando caminhos inesperados e colecionando histórias, com uma certeza: vamos fazê-lo sempre juntos.

Gostamos de sair de casa para ver o mar, por isso sair sem destino e acabar no Guincho é perfeitamente normal, desde que não falte uma paragem pelo Lidl para espreitar as novidades da Parkside e comer um folhado de maçã.

Cá em casa, não faltam episódios: a Chica transforma a gaveta das meias numa cama e deixa a arrumação por nossa conta, e uma ida a Lamego para apanhar cerejas, prevista para duas horas, transforma-se numa aventura de doze.

Somos também um casal que gosta de criar tradições: as manhãs de fim de semana são sagradas, com o Inspetor Max a dar na televisão, e os sábados à tarde são para ver um filme. São pequenos rituais que, com o tempo, se tornaram tão nossos como qualquer grande aventura.

Em todos os prédios há «aquela» casa e, no nosso, temos um palpite de que é a nossa. As varandas estão cheias de flores e já por lá passaram tomates cherry, morangos, pimentos, alfaces, dois pinheiros, uma figueira, uma oliveira, dois maracujás, melões e tantas outras experiências que nos vão passando pela cabeça.

A 28 de dezembro de 2025, chegou o pedido de casamento, com um plano que parecia simples: a mesma cidade, a mesma ponte, o mesmo dia. Mas, entre os nervos e a ideia de ver o anel ir parar ao rio, o plano mudou e o pedido ficou para o pôr do sol, no cais do Porto.

O namoro começou a 28 de dezembro, o pedido de casamento a 28 de dezembro. Por isso, o casamento tinha de ser no dia , mas agora de . Há tradições que se mantêm, outras mudam de estação.

Com amor, Rafaela & José

Espaço para uma fotografia nossa

Uma memória nossa, para partilhar convosco.

Fotografia por escolher

O nosso início

Fotografia por escolher

Um momento para guardar

Britamontes · Mundão, Viseu

A história
da capela.

Luís Coelho era o tetravô da Rafaela.

Capela de Britamontes, com o alpendre e o campanário, local da cerimónia
Capela de Britamontes · O lugar do nosso «sim».

A nossa cerimónia será na Capela de Britamontes, em Mundão, Viseu. A origem desta capela está ligada a uma promessa de Luís Coelho.

Ver os detalhes da cerimónia

A história de Britamontes ficou marcada por Luís Coelho e pela sua filha, Maria dos Anjos.

Grande parte das terras de Britamontes pertencia a Luís Coelho, quase um «senhor feudal» na comunidade. Era reconhecido como um homem venerável, respeitado e bondoso.

Uma promessa

Apesar dessa estima, Luís Coelho foi alvo de invejas e calúnias que lhe trouxeram injustiças. Mesmo sem testemunhas que o defendessem, manteve a fé e não temeu as injúrias, pois confiava na justiça de Deus.

Perante os problemas que enfrentava ao procurar o bem da pequena comunidade de Britamontes, ajoelhou-se diante do oratório da casa da família. Rezou às Três Pessoas da Santíssima Trindade e prometeu construir uma capelinha se o ajudassem.

A Trindade Divina foi, assim, a sua testemunha. Essa presença ficou manifestada na Capela de Britamontes, construída em louvor da Santíssima Trindade. Os processos acabaram por ser arquivados apenas pela prova contida nas palavras que Luís Coelho apresentou.

Pintura de Luís Coelho ajoelhado em oração diante de um oratório, com a Capela de Britamontes e a Santíssima Trindade representadas acima
Pintura da Promessa de Luís Coelho

Da família à freguesia

Segundo a ata que se encontra na capela, esta foi construída em 1923 para o culto particular da família.

Só em 1959 a capela passou para a freguesia. A partir desse ano, começou a realizar-se a festa e a procissão em honra da Santíssima Trindade.

Penalva do Castelo

A história
da Casa da Ínsua.

Fachada da Casa da Ínsua vista dos jardins, local do copo de água
Casa da Ínsua · O lugar dos nossos brindes.Fotografia da Ínsua: RicardoFilipePereira · CC BY-SA 4.0 · Redimensionada.

Depois do sim,
a celebração.

O copo de água será na Casa da Ínsua, em Penalva do Castelo.

A casa e as suas origens

Também conhecida como Solar dos Albuquerques, a Casa da Ínsua tem raízes no século XVI. O edifício que conhecemos foi mandado construir na década de 1780 por Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, antigo governador de Mato Grosso, no Brasil.

Os jardins e a quinta

Os retratos de família, os tetos pintados e os jardins contam diferentes capítulos desta história.

Entre os desenhos geométricos dos buxos, o tanque dos cisnes e as árvores do Jardim Inglês, a quinta guarda também uma tradição de produção de vinho do Dão, queijo, azeite e compotas.

Para descobrir com tempo

Um passeio
pela Ínsua.

Os jardins, a casa e os recantos da quinta, num mapa para te orientares e explorares.

Abre o mapa para ampliar os detalhes e consultar a legenda. Também o podes guardar para levar contigo.

PDF · 1 página · 6,5 MB

Mapa ilustrado da Casa da Ínsua, com os edifícios, jardins, caminhos e legenda dos pontos de interesse.
Mapa da Casa da Ínsua · Planta da quinta e pontos de interesse.

O próximo capítulo

Escrevemo-lo juntos.

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